
E as máscaras sempre caem
Não adianta criar a doce ilusão de que
tu permanecerá ileso em sua casca.
Não, elas não são inquebráveis.
Em suas lágrimas escondidas,
em seu sorriso sem vontade
O coração se fecha e empretece.
O olhar é vazio e distante,
as palavras são vagas e jogadas ao vento.
Mas as máscaras, ah!
Elas caem, quebram, racham, inexistem.
E é nessa hora que a liberdade,
como uma Fênix ressurge de suas cinzas.

