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17.4.26

 

Está frio e escuro.
A liberdade de ser escorre pelos vãos dos meus dedos.

Olho para a névoa dos meus pensamentos —
e eles se dissipam
como vieram.

Onde eu me perdi de mim?

Mergulho nas profundezas do meu ser
para me reencontrar.

E o inverno me abraça
até que a primavera me lembre:

nunca estive sozinha.

Meu eu me acolhe
enquanto construo, em silêncio,
a ponte
que me leva de volta à felicidade.

28.5.24

Vidas

 


Vidas que se entrelaçam e produzem amor em explosão. Deixando memórias significativas para todo o sempre. 

31.3.11

A vela


Reativando meu blog. Antes de postar, lembrei-me que hoje na aula de Redação Publicitária II, num exercício de escrever um texto criativo sobre uma vela, isso saiu. E sinceramente, fiquei orgulhosa.


" Num ato de esforço criativo, me peguei pensando sobre a vela. Mais do que um simples objeto, ela me revela outros significados. Por exemplo: alguns amores. Eles nascem fortes, grandes, com uma chama que parece nunca se apagar. Mas assim como a vela, um dia se apagará e se desfazerá, restando apenas parafina onde antes se tinha algo sólido. "



Yule Weimer


13.1.10








Espelhos da alma.


Dizem que os olhos são o espelho da alma...

Sabe quando você pode enxergar a si mesma em outro?

Sabe como é sentir o sabor da felicidade, sem nem mesmo prová-la?

Sabe como é ouvir no silêncio, pronunciar o não dito?

Apenas em um olhar.

Aquele olhar penetrante, vibrante, olhar de fogo, olhar de brisa, olhar de amor...

Olhar doce, de desejo, ah! Aquele olhar...

Sabe quando você pode enxergar a si mesma em outro?

Pois é.
" I believe in a thing called love "






Yule Weimer

21.11.09

Eclipse

'E era na eternidade que viveria, até descobrir que ela não existe'

Punhais esfaquearam as costas da Lua, e seu pranto escarlate, derramou.

Não queria acreditar de onde menos esperava veio os olhares falsos, inveja e traição.

Sua dor tão imensa a engoliu como um buraco negro, sugando o pouco restava de seu brilho.

E ela chorou novamente, descendo um véu de chuva sobre a Terra.

Os humanos podiam sentir seu sofrimento, e olhavam atentos.

Apenas na escuridão a Noite ficou, pois sua amada nao mais viveria lá.

Arrependido, martiriza-se vivendo no total eclipse da solidão.

14.10.09




Entorpecida

Era um estreito e sinuoso beco. Sem saída.
Escuridão e pavor tomavam conta do seu ser
Corra, Caroline, Corra. - Talvez ainda dê tempo.
A menina tropeça, grita e cai.
Lá vem ele com seus olhos injetados de sangue.
Ameaçador.
Olha de novo, mas aonde ele está?
Sumiu.
Silêncio.
Caroline acorda: pesadelo. Ótimo.
Não! Lá está ele no cantinho do quarto
encostado na parede.
Tudo gira. Cai. Precisa levantar: impossível.
Debilitada e fraca, desmaia. Mais uma de tantos.
Risadas, apenas risadas agora são audíveis.
Dos inúmeros pequenos furinhos em seu braço
saem os últimos suspiros de vida.
Risadas, mais uma marionete sem destino. Risadas, e o fim.

Yule Weimer - 14/10/2009

6.10.09

A Rosa.

Ela está lá, plantada, a doce rosa do medo.
Enraizada no jardim da vida humana
Seus espinhos embora pequenos doem tanto quanto a ponta de uma afiada adaga
Discreta nasce, cresce e instala-se
E uma vez instalada, desbota, pois já jorrou seu suave veneno nos corações fracos.

Yule Weimer